Como cuidar das plantas ● Artigo

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Com a chegada da Primavera apetece-nos estar rodeados de natureza e agora que passamos tanto tempo em casa, nada como trazer a natureza a sua casa. É isso que a Curae faz: escolher, envazar e entregar plantas inspiradoras à sua porta para que estas possam trazer mais alegria e paz à sua vida. Acreditam que, ao aprendermos a cuidar melhor das plantas que habitam connosco, aprendemos a cuidarmos melhor também de nós próprios. As plantas têm um poder apaziguador e outros inúmeros benefícios cientificamente comprovados. É por todos eles que se tem registado a tendência crescente de trazer a natureza para dentro, sobretudo na cidade onde somos expostos a um ritmo cada vez mais acelerado, sobretudo recentemente em confinamento.

Com esta missão em vista, a Sofia - fundadora da Curae, deixa-nos aqui o que considera o ABC das plantas, o must have a ter em conta no seu cuidado, que consolida nas próximas 5 dicas.



  • A escolha é o ponto de partida
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    É importante considerar a nossa experiência com plantas. As plantas assumem cores e texturas impressionantes que nos cativam, e nos levam a querer adotá-las sem critério (I’ve been there!). A minha sugestão será começar por plantas quase autossuficientes, as mais resistentes, que são igualmente bonitas e irão ajudar-nos a ganhar a nossa confiança neste processo de cuidar. Falo, por exemplo, da Sansevieria (famosa Espada de S. Jorge), do Lírio da Paz, da Ficus e da Pothos.

     

  • Há plantas certas para a luz certa
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    Por norma, as plantas irão desenvolver-se mais rápido e mais felizes em locais luminosos. Por regra também, as plantas não devem ser expostas a sol direto, sob risco de queimar as suas folhas. Existem sim plantas que toleram pouca luz, como é o caso da Monstera, da Zamioculcas (famosa ZZ) e da Dieffenbachia – estas serão igualmente felizes em ambientes menos luminosos, mas tenderão a crescer de forma mais lenta.

     

  • A rega na dose certa vai ditar o sucesso!
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    Regras de ouro para a maioria das plantas de interior: 1) regar apenas quando o solo está seco; 2) regar a terra por inteiro, deixando escorrer toda a água pelos furos do vaso. A rega a mais poderá gerar apodrecimento das raízes, pelo que o truque do pratinho com água das avós deve ser evitado.

    Algumas plantas poderão beneficiar da rega por baixo, sobretudo quando não conseguimos ver terra à superfície, o que poderá fazer acumular água nas folhas e seu consequente apodrecimento (é o caso dos Sedum Burrito e das Peperomias).

     

    Então, como saber se já posso regar? Ou colocando o dedo no substrato, ou utilizando um humidímetro, um aparelho pequeno e mágico. Digo mágico porque trouxe-me mesmo auto-consciência do exagero de água que dava às minhas plantas.



  • Há um momento certo para lhes dares uma nova casa
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    As nossas plantas vêm para nossa casa, geralmente, no vasco técnico de plástico. A regra número 1 é deixá-las estar neste vaso durante as primeiras semanas. São muitas as mudanças para elas nas quais despendem energia, e podemos minimizar esse esforço dando-lhes tempo.

     

    As mudas devem acontecer na Primavera, quando as plantas estão mais ativas, mas poderá ser necessário (embora evitável) mudá-las noutro momento para as manter saudáveis, como quando há um sinal claro de que a sua casa atual é pequena demais (as raízes saem pelos furos de drenagem do vaso), o substrato seca demasiado rápido e apresenta falta de nutrientes, ou o substrato está encharcado e não seca há muito tempo. É muito importante o novo vaso ter furo para a água escoar, promover a circulação de ar, deixando a planta respirar. 



  • Mais do que regras, é importante compreender a sua linguagem
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    Mais do que regras, precisamos de ouvir as nossas plantas, compreender a sua linguagem, adaptarmo-nos, pois cada planta é um ser único e especial. Ganhando mais confiança, começamos a saber o tempo das nossas plantas (que claro, varia com as estações mais frias ou secas). Elas comunicam connosco. Hoje em dia rego quando sinto, fertilizo quando sinto, levo-as para a luz quando sinto que precisam. Elas dizem-nos tudo e aí está o poder de cuidar. Graças a elas, sinto-me mais confiante.

     

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