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Com a entrada do Outono aparecem também os tão familiares sintomas das alergias respiratórias: corrimento nasal (ou o constante “pingo” no nariz), espirros, tosse, olhos em lágrimas. Estima-se que a prevalência de alergias respiratórias como a rinite alérgica seja entre 10-30% da população mundial (OMS). A somar aos tempos de pandemia que vivemos, são também os sintomas dos quais todos queremos fugir, seja pelos olhares de pânico alheio, ou por serem os mesmos sintomas da infeção por Covid-19 que nos podem levar a quarentenas, testes e um sem número de complicações. 

Há sem dúvida um papel importante da alimentação na prevenção destas alergias. Contudo, é importante referir e sublinhar que o resultado do mesmo não é imediato e acontece na sequência de um processo contínuo de alteração de estilo de vida. 

Assim, a nossa nutricionista Sumeya Osman, deixa algumas sugestões que vão atuar na prevenção das alergias respiratórias:

  1. Redução da inflamação-  identificar alimentos que possam estar a potenciar a inflamação, tais como: gordura saturada presente em produtos processados, charcutaria, carnes vermelhas, fritos, folhados, etc.); açúcar e seus derivados; farinhas processadas, álcool.
  2. Identificar, se os alergénios mais comuns como leite, soja, ovo, crustáceos, glúten, são potenciadores das alergias. A evidência mostra que o consumo destes alergénios pode potencialmente exacerbar a manifestação de sintomas de alergias respiratórias. Contudo, as dietas de exclusão devem ser individualizadas caso a caso, e monitorizada por profissionais de saúde acreditados (nutricionistas).
  3. Cuidar do intestino realizando uma alimentação rica em fibra, presente em alimentos de origem vegetal tais como frutas, vegetais, cereais integrais e leguminosas. É também nestes alimentos que encontramos uma série de compostos bioativos (substâncias/compostos presentes nos alimentos, que, não sendo nutrientes essenciais, apresentam benefícios para a saúde. São exemplos os carotenoides, gingerol do gengibre, curcumina da curcuma) com importantes funções antioxidantes e anti-inflamatórias. 
  4. Enriquecer a alimentação com alimentos com ações anti-inflamatórias como: gengibre, chás/infusões, curcuma + pimenta preta, cacau.
  5. Depois de rever toda a parte alimentar, ponderar necessidade de suplementação, com vista ao reforço do sistema imunitário. São exemplos de de suplementos com interesse:
    1. Vitamina D - que é um nutriente com papel fundamental na regulação a imunidade— sobretudo durante o Inverno em que a exposição solar é reduzida;
    2. Propólis para melhorar a resposta inflamatória;
    3. Probióticos;

De salientar que pessoas diferentes reagem de formas distintas a diversos estímulos/gatilhos. Assim sendo, todas as intervenções nutricionais devem ser acompanhadas por um nutricionista. Pode marcar uma consulta com a nossa nutricionista aqui

Sumeya Osman - Cédula 2741N - ON

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